
A gente vem
E não sabe pra onde vai.
Eu peço a você que venha comigo. E me ajude a decifrar os sonhos. Sonho de uma noite; de verão; de solidão; de mera imaginação. Imaginar o que não se deve e correr para os braços do não-aqui, não - agora. Fugir do provável, conversa íntima que, ao invés de monólogo, venha em diálogo. O diálogo entre mim e eu, em que ninguém precisa ser exato.
E encontrar no desafeto, a provocação. Na rotina, o improvável. E no impossível, uma meta sem distâncias.
Talvez o Você, traga mais sentido a esse egoísmo a que me proponho.
Me lanço agora.
E convido novamente:
-Vens?
E não sabe pra onde vai.
Eu peço a você que venha comigo. E me ajude a decifrar os sonhos. Sonho de uma noite; de verão; de solidão; de mera imaginação. Imaginar o que não se deve e correr para os braços do não-aqui, não - agora. Fugir do provável, conversa íntima que, ao invés de monólogo, venha em diálogo. O diálogo entre mim e eu, em que ninguém precisa ser exato.
E encontrar no desafeto, a provocação. Na rotina, o improvável. E no impossível, uma meta sem distâncias.
Talvez o Você, traga mais sentido a esse egoísmo a que me proponho.
Me lanço agora.
E convido novamente:
-Vens?
Muito bonito o texto, e que foto bonitinha ^_^
ResponderExcluirTe amo
Do seu, sempre seu, para sempre seu
Ricardo
Vou se propuser-me um diálogo ao não aqui, ao não agora no aqui e agora que dividimos todos os dias no espaço físico e semântico de nossos gestos, escritas, palavras, de nossa casa.
ResponderExcluirEu vou, eu já fui, já estou, há muito estou com você. Eu continuarei ...