As palavras pouco valem na economia das horas. O relógio muda e elas insistem. Estáticas. Não alcanço o tempo das palavras a fugir. A escapar pela inércia. Eu aqui, só acompanho os ponteiros. Que me incomodam por toda parte a dizer: ainda não! Aquieta-se!
Muda.
Vira silêncio.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
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